A minha relação com os fios sempre foi inquieta. Não gosto de muitas complicações, nem de ficar contando pontos, nunca tive paciência com receitas, talvez por isso é sempre para o crochê que eu apelo quando preciso inventar.
Não sou do tipo que tece por esporte, eu gosto mesmo é de realizar desejos. Se tenho que ir a uma festa e quero chamar atenção, se quero uma fantasia, ou fazer um objeto, lá vou eu buscar a realização entre linhas e agulhas.
Durante muito tempo em minha vida, tentei oprimir minha personalidade espalhafatosa e encaixar de maneira discreta meu corpo em roupas consideradas discretas. Quando a adolescência acabou, eu enfiei o pé na jaca e assumi minha existência criativa e exótica. Crio o que acho divertido e sou capaz de executar. Não chega nem perto da perfeição da execução, mas se gasto tempo e energia realizando, me sinto no compromisso de usar.
Sou "bem compulsivinha" e de fases. Começo a primeira peça, as ideias vão fluindo, os erros vão levando ao aperfeiçoamento e pronto: está aberta a temporada !
Tive a fase adornos e bijouterias. Tinha um novelo pequeno de um barbante multicolorido que não daria pra fazer muita coisa, mas queria usa-lo de qualquer maneira: virou este maxicolar da foto. Depois entrei na fase mexicana e queria me expressar numa versão de Frida Kahlo dia-a-dia e fiz este colar de flores. Ambos em crochê, porque no tricô eu ainda estou engatinhando.
Não sou do tipo que tece por esporte, eu gosto mesmo é de realizar desejos. Se tenho que ir a uma festa e quero chamar atenção, se quero uma fantasia, ou fazer um objeto, lá vou eu buscar a realização entre linhas e agulhas.
Durante muito tempo em minha vida, tentei oprimir minha personalidade espalhafatosa e encaixar de maneira discreta meu corpo em roupas consideradas discretas. Quando a adolescência acabou, eu enfiei o pé na jaca e assumi minha existência criativa e exótica. Crio o que acho divertido e sou capaz de executar. Não chega nem perto da perfeição da execução, mas se gasto tempo e energia realizando, me sinto no compromisso de usar.
Sou "bem compulsivinha" e de fases. Começo a primeira peça, as ideias vão fluindo, os erros vão levando ao aperfeiçoamento e pronto: está aberta a temporada !
Tive a fase adornos e bijouterias. Tinha um novelo pequeno de um barbante multicolorido que não daria pra fazer muita coisa, mas queria usa-lo de qualquer maneira: virou este maxicolar da foto. Depois entrei na fase mexicana e queria me expressar numa versão de Frida Kahlo dia-a-dia e fiz este colar de flores. Ambos em crochê, porque no tricô eu ainda estou engatinhando.


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